sábado, 20 de agosto de 2011

Você é uma Tiffany´s Girl?

Esse vídeo nem é tão novo: terceira temporada de True Blood. Mas o product placement é tão descarado que não pode passar em branco (é logo na primeira cena):



A conversa é entre uma vampira e um representante da lei vampírica, que tortura a pobre moça com peças de prata da Tiffany. A tradução é mais ou menos essa:

Magister: Eu te trouxe um presente, pois quero que você saiba como eu me sinto, pela forma com que eu tenho tratado você (...)
Pam: Como você sabia que eu era uma Tiffany´s Girl?
Magister: A maioria das mulheres é. E aquelas que não são, apenas pensam que não são.
Pam: São lindos.
Magister: Eles são de prata esterlina.
Pam: Excelente! Vão combinar com minhas correntes

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Step Up + Just do it

Se você acha forçado alguns merchans em novelas, assista esse aqui. A cena rolou dentro do filme Step Up 3:



segunda-feira, 21 de março de 2011

Self Marketing & The Joneses

Hoje em dia muito se fala sobre conectores, vendedores, alpha, abelhas, etc. Nunca foi tão importante conhecer, influenciar ou seguir as pessoas certas.

O história do filme Amor por Contrato (The Joneses) pode parecer exagerada, mas bem que poderia ser uma ação publicitária de verdade:



O resumo do Self Marketing é que "se as pessoas querem você, vão querer o que você tem." E, assistindo ao filme, deu perceber o quanto isso é real.

Na minha opinião, o filme acaba pecando em alguns momentos, não conseguindo manter o ritmo interessante e divertido. (Acho que foi até por isso que não consegui ver no cinema - saiu rapidinho de cartaz!)

Ainda assim, acho que vale a pena assistir, principalmente se você trabalha com comunicação. Ou se você gosta de seguir o que está na moda :)

Chevy, o carro do apocalipse

Tempos atrás, escrevi um post falando do "comercial" da Coca-Cola dentro de um filme. A cena mostra um menino tomando o refrigerante pela primeira vez. Por viver numa época pós-apocalíptica, ele nunca havia entrado em contato com a marca ou o produto. Surreal, não?

Lembrei disso porque esses dias vi uma cena que é praticamente um outro comercial dentro de filme. Pelo menos aqui isso foi feito de uma forma um pouco mais bem-humorada:



Por coincidência, os dois filmes se passam em cenários apocalípticos. Ou será que isso quer dizer alguma coisa?

segunda-feira, 7 de março de 2011

Cinema, TV e o Boca-a-boca

Talvez por gostar muito da 7a Arte (e por sonhar em um dia fazer cinema), sempre tive curiosidade a respeito do funcionamento desse mercado, principalmente no Brasil.

Para minha alegria, encontrei um livro que fala justamente disso: Film Business. Escrito por profissionais do mercado, é dividido em 3 partes fundamentais do negócio: produção, distribuição e exibição.

O livro é bem bacana, mas não vou contar detalhes dele aqui. Apenas recomendo a leitura. Bom, mas para deixar o post mais interessante, vou adiantar alguns pontos abordados no livro que vale a pena compartilhar:

Ação que dá gosto!













Não dá pra negar o papel que as marcas desempenham nas nossas vidas. E com algumas a gente acaba desenvolvendo uma relação mais profunda, não tem jeito. 

Esses dias, me deparei com essas embalagens comemorativas de Nescau no supermercado. Não preciso nem falar, né? Foi uma viagem no tempo. A nostalgia foi mais forte e comprei a lata de 1986. E olha que já fazia uns bons anos que não tomava leite com achocolatado. Mas ainda assim...

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Como fazer sua idéia "virar"

Acabei de ler o excelente The Tipping Point – how little things can make a big difference, de Malcolm Gladwell. Recomendo altamente. Vou tentar dizer porque sem contar muito do livro.

Quando temos uma idéia (seja ela um produto, atitude ou mensagem) estamos tentando mudar ou influenciar nossa audiência, infectando-a com uma epidemia criada por nós.

Nosso objetivo é fazer com que as pessoas saiam da posição de hostilidade e passem para o estágio de aceitação. Até aí parece simples, mas como fazer isso acontecer?

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O Legado de Tron

Hoje li que alguns objetos usados no filme Avatar vão virar exposição. Fiquei pensando em como um filme (ou uma idéia) pode ser replicado em diversos níveis. Para alguns, é a tal transmedia storytelling. Para outros, mais uma forma de criar fonte de renda.

E ainda no mesmo dia recebi uma oferta que me chamou a atenção. Tron, a nova versão do filme de 1982, ainda nem fez sua estréia, mas você já pode comprar produtos relacionados ao filme. Acabei de receber por email. Bacana essa jaqueta da Adidas, não?

















Parece que o legado de Tron já começou a ser criado.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Skate or die!

Nesse final de semana fui assistir ao espetacular Vida Sobre Rodas, um documentário sobre a história do skate no Brasil, pegando principalmente os últimos 20 anos da modalidade.

O filme traz de volta os anos 80, na textura dos vídeos VHS e na trilha sonora que acompanham algumas cenas. Mas a melhor parte do Vida Sobre Rodas é mesmo rever a nossa história.

O Brasil passa de Zé Ninguém no mundo do skate para um papel de protagonista, principalmente com a atuação de Bob Burnquist.

Além de Bob, o documentário destaca outros skatistas, como Sandro Dias - o Mineirinho , Lincoln Ueda - o Japonês Voador (esse eu vi ao vivo) e Cristiano Mateus.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Troca pulseira, mas não a estratégia

Eu estava pensando em comprar um relógio Champion. Melhor, eu estava pensando em comprar um relógio troca-pulseira, aquele que vem com um kit cheio de opções de cor, sabe? Quer saber por quê?

1º) Nostalgia: me faz lembrar o relógio de 7 pulseiras que eu tinha na minha infância.

2º) Diferenciação/personalização: eu poderia montar um relógio diferente a cada dia, combinando cores da forma que eu quisesse.

3º) Preço: tem um valor acessível, ainda mais se comparado a outros relógios mais modernos.

Mas aí, caí na besteira de assistir TV.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Mark Zuckerberg, o Barba Negra

No sábado, dia 20 de novembro, fui assistir a pré-estréia de A Rede Social (graças ao querido amigo Alex Mourão).

O filme narra o conturbado surgimento do Facebook através de Mark Zuckerberg, até então um estudante de Harvard.

E nada explica melhor do que se trata essa história do que o cartaz do filme: "Ninguém faz 500 milhões de amigos sem fazer alguns inimigos". Um deles, inclusive, é o brasileiro Eduardo Saverin, co-fundador da rede social.

Mas por que o Facebook deu certo?
Uma pergunta que ficou na minha cabeça: no final das contas, por que o Facebook deu tão certo? Se a gente for olhar, antes do Facebook chegar já existiam outras redes sociais funcionando, como por exemplo o Friendster (2002) e MySpace (2003). O Facebook, que se chamava The Facebook, foi lançado apenas em 2004.


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Itaú ajuda a construir agências Bradesco















Sorry a pegadinha, mas foi impossível não pensar nessa brincadeira!

Entrei na loja de material de construção e me chamou a atenção a marca do cimento Votorantim. Para piorar, o logo ainda é aplicado num fundo laranja, cor que virou sinônimo da instituição financeira. Curioso, não?

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Imagina se o projetista erra o filme















Explicando: numa mesma sala de cinema havia 2 filmes em cartaz, sendo exibidos em sessões alternadas. O nome completo do primeiro filme é O Último Exorcismo, uma história de terror bastante intensa. O outro filme é o brasileiro Nosso Lar, uma história fundamentada na doutrina espírita.

Já imaginou se o projetista coloca o filme errado, ou se alguém confunde o horário da sessão? Quanto tempo levaria para o espectador perceber a diferença? : )

Esse post é dedicado à Melissa, que foi a pessoa que me mostrou essa imagem curiosa.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Brainstorm VS Boringstorm

Seu chefe chega para você e diz: “Precisamos de idéias realmente inovadoras”. Aí você entra numa sala para fazer brainstorm e, por mais que tente, sempre tem algo ou alguém atrapalhando. Às vezes é gente demais na sala. Às vezes é um chato que vive criticando qualquer idéia que aparece. Às vezes é a falta direcionamento ou informação. Na maioria das vezes, não sabemos o motivo.

Essa confusão começa porque usamos diferentes capacidades do cérebro ao mesmo tempo: criatividade, emoção, lógica, etc. Qual seria o resultado se a gente usasse uma delas de cada vez?

Six Thinking Hats
Segundo o livro de Edward de Bono, cada aspecto do nosso pensamento pode ser representado por um chapéu. Ok, ninguém vai usar chapéu no meio da reunião. Mas o conceito por trás disso é simples e, ao mesmo tempo, muito potente: usar cada habilidade do nosso cérebro no momento certo.

Ou seja, tudo é bem-vindo, desde que na hora certa: idéias, críticas, emoções. Dá uma olhada no que significa cada chapéu (ou momento):

domingo, 17 de outubro de 2010

Oh my God, they killed Kerning! (v.02)















Chegamos ao segundo episódio da série. (Para quem não viu, o primeiro foi esse aqui).

A família Restart que me perdoe, mas não é nada pessoal. Não tenho nada contra a banda e a idéia não é discutir o estilo ou a qualidade das músicas. Apenas uma pequena parte do seu material divulgação, mais especificamente a capa do CD (aquela ali ao lado do Kenny).

Aqui embaixo você confere o logo isolado da capa, com algumas bolinhas azuis para explicitar os problemas de kerning no layout:

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Quando ser colaborador não é ficção

Muitas empresas chamam seus funcionários de colaboradores. É uma forma mais amigável de tratar as pessoas, além de mostrar que tipo de postura é esperado pelo contratante. Mas poucas empresas conseguem traduzir a colaboração de uma forma efetiva.

A Livraria Cultura possui um acervo muito diversificado. Aqueles livros (e filmes) mais difíceis de encontrar, você consegue comprar lá. Mas o grande diferencial da Cultura, que se tornou objeto de comunicação nos últimos anos, está na qualidade do atendimento. Melhor, está no atendimento qualificado.

Como mostrar isso de forma simples e convidativa?

Estava vendo uma revista especial da Cultura, com sugestões sobre o tema sobrenatural. As sinopses eram bem diferentes daquelas produzidas por críticos literários ou jornalistas especializados. Os textos eram informais, mais simples e, por isso mesmo, mais interessantes.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

ROI entra em campo?

Uma coisa me chamou a atenção no jogo do Brasil de ontem, e não foi uma bela jogada ou qualquer outra coisa dentro das quatro linhas. O que chamou a atenção estava bem perto delas: os anunciantes.

Nesses jogos, é comum ver as marcas de sempre: Guaraná Antarctica, por ser patrocinador da seleção.

Outros grandes anunciantes também estavam lá: Embratel, Itaú, Mastercard, Extra, etc. São marcas que estão no dia-a-dia das pessoas, e essa presença pode influenciar as próximas decisões de compra.

Estavam lá também marcas que se relacionam com o esporte: Topper e Netshoes, por exemplo.

Você pode lembrar que precisa ir ao supermercado (acabou o salgadinho assistindo a seleção), ou que precisa ligar para um parente distante (quem sabe para falar do jogo?), até mesmo que precisa comprar um tênis novo (para jogar futebol).

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

It´s NOT only rock´n roll (but I like it)

Ontem fui na pré-estréia, promovida pela Paris Filmes, VH1 e Ellus, do filme The Runaways, que narra a formação da banda de mesmo nome no ano de 1975.















The Runaways foi uma das primeiras bandas de rock formadas apenas por mulheres. No elenco: Kristen Stewart como Joan Jett e Dakota Fanning como Cherie Currie. A trilha sonora conta com músicas da própria banda, além de David Bowie e The Stooges.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Tiririca ganharia Cannes?

Ok. Bem que eu tentei, mas não consegui me esquivar de escrever sobre política. Não é essa a intenção do blog, mas acho que encontrei um ângulo interessante.

A forma com que elegemos nossos representantes está errada. Hoje, é tudo baseado na imagem e não nas idéias. Pense nos formatos: alguns segundos na TV, santinhos, adesivos, etc. 
 
Coloque-se no papel de um líder de partido, que precisa conseguir muitos votos mesmo com essa limitação toda. O que você faria? Talvez o que a propaganda ensinou: usar celebridades. De saída você já ganha notoriedade, alguma simpatia e, possivelmente, muitos votos.

Apresentar um candidato sério, com ideologia e propostas reais é muito trabalhoso. E você ainda arrisca perder votos, pois hoje falta às pessoas a noção de todo, de conjunto. “Ah, ele não vai fazer nada pela minha região, então não quero”.


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Oh my God, they killed Kerning!















Colocando de uma maneira que fique fácil entender, kerning é o espaço que fica entre as letras de uma fonte. Em alguns casos, esse espaçamento fica altamente irregular, o que acaba causando uma sensação estranha na leitura, tirando sua fluidez visual. Aí é preciso acertar isso na mão mesmo.

Bom, agora que todo mundo já entendeu, vamos inaugurar essa seção do blog com um logo que vi esses dias na TV: